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"Tudo o que o presidente vem fazendo, e por isso eu apoio seu governo, eu faria. A diferença é apenas na questão de como fazer, no estilo", contou ele nesta quarta-feira. Eleito pelo Estado de Alagoas em 2006, ele foi absolvido de todos os crimes no Supremo Tribunal Federal.
Presidente da Comissão de Infraestrutura e um dos membros da CPI da Petrobras, Collor deixa uma porta aberta quando responde sobre as chances de um dia concorrer à presidência do Senado, instituição que o jogou no exílio político no passado e que agora é protagonista em diversos escândalos de corrupção. "A presidência do Senado está distante para mim hoje como estava a Comissão de Infraestrutura meses atrás", afirmou.
No Senado, Collor dá a Lula o apoio que não teve de integrantes do PT no passado. No comando de uma das principais comissões permanentes da Casa, terá influência na prometida votação do marco regulatório do pré-sal, crucial para o Executivo. "Não tenho dúvida que o marco regulatório será aprovado no Congresso este ano", previu.
" Parece brincadeira né, o cara foi deposto e ainda vem com esse papo furado"



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